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Processado por “fake news” casal faz acordo judicial para encerrar ação e se retrata com blogueiro itaperunense

É inegável que as redes sociais, se tornaram com o tempo, ferramenta indispensável para fomentar a democracia e a livre expressão de ideias. No entanto, ao contrário de que muitos ainda possam achar, não se trata de oásis de leviandade, ou local onde se possa atacar ou macular a integridade de outros impunemente. Tanto em voga, as chamadas “fake news”, que são informações inverídicas, postadas ou compartilhadas pela grande rede, tem sido alvo de repressão de autoridades judiciárias, que de forma recorrente, tem condenado os autores das notas, por calúnia e difamação.

Foi exatamente disso que se tornou alvo, no calor da votação do segundo turno da eleição presidencial passada, o blogueiro e experiente radialista itaperunense, Adilson Ribeiro. O profissional, com décadas de serviços prestados à região, teve a imagem (foto) e nome citados em suposta ocorrência policial de boca de urna, na 143ª DP, quando na verdade, ele apenas acompanhava um grupo de jovens, não tendo, nenhuma relação com fatos.

Entretanto, o casal Rodrigo Fraga e Monique Cunha (foto acima), aparentemente militantes de um grupo político na época, fez publicações e transmissões ao vivo, nas quais dirigiram acusações e ofensas ao comunicador, que segundo o próprio sempre faz questão de frisar, vive e sustenta sua (numerosa, diga-se passassem) família, usando de seu trabalho e prestígio, que inegavelmente chegou, antes do esclarecimento total dos fatos, a ser questionado por muitos de leitores e seguidores.

Indignado, Ribeiro ingressou com ação criminal processando a dupla, que em recente acordo na Justiça, admitiu o erro e como forma de encerrar a demanda, se retratou publicamente durante a noite desta segunda-feira (08), na mesma rede onde havia criado toda a (falsa) celeuma. VEJA O VÍDEO ABAIXO:

– Lamentavelmente, muitas tem arraigada a falsa impressão de que as redes sociais são “terra de ninguém”, que se pode falar o quer e o que não quer, e ainda assim, ficar incólume. O que muito se vê por ai, por exemplo, são casos de briga de vizinho, traições, ou simples picuinhas, onde se publica tudo, xingando o opositor, entre outras coisas bizarras. É preciso estabelecer a diferença entre cobertura jornalística, que, diga-se de passagem, só deve ser exercida por jornalistas e profissionais da área, da pura irresponsabilidade, apenas com o intuito de criar polêmicas desnecessárias e ofender as pessoas. No dia-a-dia, sim, podemos cometer erros, eu pessoalmente, já os cometi, mas é muito diferente do levar para o lado pessoal só para tripudiar o outro! Destacou o jornalista Vanderson Garcia, responsável pela Rádio Natividade, que ainda mantém seu portal de noticias.

Da redação da Rádio Natividade