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Ministério da Saúde coloca Natividade em alerta por conta da infestação do mosquito transmissor da dengue

O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2018 aponta que 56 cidades estão em situação de alerta ou risco de surto de dengue, zika e chikungunya no estado do Rio de Janeiro. Desse total, quatro estão em risco de surto das doenças, como é o caso de Miracema, na Região Noroeste Fluminense. Outros 52 aparecem em alerta e 35 estão em situação satisfatória.

No país, o levantamento indica que 1.153 municípios brasileiros (22%) apresentaram um alto índice de infestação, com risco de surto para dengue, zika e chikungunya. O Ministério da Saúde alerta a necessidade de intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti, mesmo durante o outono e inverno, em todo o país. Ao todo, 5.191 municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito transmissor dessas três doenças, sendo 4.933 por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) e 258 por armadilha.

A metodologia da armadilha é utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente. Além das cidades em situação de risco, o levantamento identificou 2.069 municípios em alerta, com o índice de infestação predial (IIP) entre 1% a 3,9% e 1.711 municípios com índices satisfatórios, inferiores a 1%. Entre as cidades para as quais foi emitido alerta, está Natividade, com índice de 1,1. Em situação semelhante estão Itaperuna, Italva, Itaocara e Santo Antônio de Pádua.

O Levantamento Rápido de Índices por Aedes aegypti (LIRAa), é um instrumento fundamental para o controle do vetor e das doenças (dengue, zika e chikungunya). Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito.

A metodologia permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, além de revelar quais os principais tipos de criadouros predominantes. Os resultados reforçam a necessidade de intensificar imediatamente as ações de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya, em especial nas cidades em risco e em alerta.

Da redação da Rádio Natividade – Foto: Arquivo/Jornalismo/Rádio Natividade